Sorrir,
Mentir,
o rosto esconde,
o que há de real no conde.
O choro percorre sua alma,
por não ter encontrado sua amada,
Ora põe-se a chorar,
Ora põe-se a dançar,
Pois é na dança que ele encontra esperança,
Mas é no fim da valsa é que seus pés se embaralham.
Pois não a mão que o conforte.
Ou pés que o acompanhe.
A ausência é a sua dor.
E não há melodia que o acolha.
Tudo doí nele.
A coroa pesa sobre a cabeça.
O sonhos morrem na mesa.
Mas seus pés cansados continuam a rodopiar pelo vasto chão.
Insistência? ou Ilusão?
Pois não a mão que o conforte.
Ou pés que o acompanhe.
A ausência é a sua dor.
E não há melodia que o acolha.
Tudo doí nele.
A coroa pesa sobre a cabeça.
O sonhos morrem na mesa.
Mas seus pés cansados continuam a rodopiar pelo vasto chão.
Insistência? ou Ilusão?
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