quinta-feira, 10 de março de 2016

“...Quando as mãos afrouxarem e o abraço estiver se partido, eu espero, pelo menos um pouco, poder guardar em mim aquele breve momento em que o calor das nossas mãos não fosse só encenação. Quero marcar em mim. Essa sensação que é estar em paz. Nos braços de alguém. Dentro de alguém.
Quero que todas as paredes do meu coração sejam pintadas nos tons dessa verdade... E que cada parte de mim seja decorada com cada sorriso teu. Canto à canto, quero poder ver a imensidão dos teus olhos, que brilharem como dois faróis incandescentes e trazem luz a um pobre coração que viveu na escuridão por muito tempo.
Mais que o teu falar, eu quero sentir a brisa que é o teu aroma, doce fragrância de baunilha e lavanda, que me invade e me refaz todas as vezes que eu sinto.

Eu quero poder te guardar, te tomar e te dizer que cada parte minha te pertence, hoje e sempre...”

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